À medida em que a indústria automobilística nacional quebra recordes de produção e vendas de veículos e fatura cada vez mais, crescem também as exigências de produção sobre os metalúrgicos da base, tendo como resultado mais gritante desta situação as jornadas de trabalho excessivas que, em alguns casos, obrigam os trabalhadores a passarem até 12 horas dentro das fábricas diariamente.
Na dianteira deste quadro sofrido para o metalúrgico está a Fiat Automóveis, onde os trabalhadores não sabem o que é ter um sábado de folga há tempos.
A situação é parecida na Comau, na qual os empregados apenas conseguem descansar a cada 14 dias de trabalho.
Como uma erva daninha, a exigência de jornada desumana de trabalho também toma conta das fornecedoras de peças da montadora, haja vista a Denso Rotantes, onde os trabalhadores, após terem a jornada semanal prolongada até 01h54 , têm sido obrigados a ficar na fábrica em razão da proibição para a saída dos ônibus especiais antes da realização das horas extras aos sábados e domingos.
Na Teksid, as folgas aos sábados viraram artigo de luxo, principalmente para aqueles que trabalham de meia noite às 6 da manhã. Em alguns setores, trabalhadores já não sabem mais o que é dormir em casa pelo menos uma noite por semana.
Tal situação impede, por exemplo, a geração de mais postos de trabalho em toda a cadeia produtiva da base metalúrgica, reivindicação que, por vários anos, tem sido defendida com vigor pelo Sindicato.
Entretanto, o que temos visto é que, ao primeiro suspiro de queda da produção e das vendas no mercado, as empresas não hesitam em colocar os trabalhadores no olho da rua, muitas das vezes tomando decisões precipitadas, como, por exemplo, na recente crise econômica Internacional.
Em breve, neste ritmo alucinante, e caso providências não sejam tomadas, veremos aumentar drasticamente os já preocupantes problemas de saúde que tomam conta dos metalúrgicos, como os casos de depressão, fadiga por estresse, nervosismo dentre outros, enquanto, do outro ficam os patrões que, a cada dia, abarrotam seus cofres com os lucros obtidos com a exploração sobre os trabalhadores.
Converter a indignação que brota entre os metalúrgicos em seus setores de trabalho, mas que, ainda não tem sido suficiente para ir além dos muros das empresas, torna-se uma necessidade imperiosa para os trabalhadores.
O descontentamento dos trabalhadores deve se transformar em ações efetivas de unidade e mobilização para que a pressão sofrida nas fábricas dê lugar a um ambiente seguro e mais saudável, luta que será reforçada pela recém eleita diretoria do Sindicato no novo mandato.
Na dianteira deste quadro sofrido para o metalúrgico está a Fiat Automóveis, onde os trabalhadores não sabem o que é ter um sábado de folga há tempos.
A situação é parecida na Comau, na qual os empregados apenas conseguem descansar a cada 14 dias de trabalho.
Como uma erva daninha, a exigência de jornada desumana de trabalho também toma conta das fornecedoras de peças da montadora, haja vista a Denso Rotantes, onde os trabalhadores, após terem a jornada semanal prolongada até 01h54 , têm sido obrigados a ficar na fábrica em razão da proibição para a saída dos ônibus especiais antes da realização das horas extras aos sábados e domingos.
Na Teksid, as folgas aos sábados viraram artigo de luxo, principalmente para aqueles que trabalham de meia noite às 6 da manhã. Em alguns setores, trabalhadores já não sabem mais o que é dormir em casa pelo menos uma noite por semana.
Tal situação impede, por exemplo, a geração de mais postos de trabalho em toda a cadeia produtiva da base metalúrgica, reivindicação que, por vários anos, tem sido defendida com vigor pelo Sindicato.
Entretanto, o que temos visto é que, ao primeiro suspiro de queda da produção e das vendas no mercado, as empresas não hesitam em colocar os trabalhadores no olho da rua, muitas das vezes tomando decisões precipitadas, como, por exemplo, na recente crise econômica Internacional.
Em breve, neste ritmo alucinante, e caso providências não sejam tomadas, veremos aumentar drasticamente os já preocupantes problemas de saúde que tomam conta dos metalúrgicos, como os casos de depressão, fadiga por estresse, nervosismo dentre outros, enquanto, do outro ficam os patrões que, a cada dia, abarrotam seus cofres com os lucros obtidos com a exploração sobre os trabalhadores.
Converter a indignação que brota entre os metalúrgicos em seus setores de trabalho, mas que, ainda não tem sido suficiente para ir além dos muros das empresas, torna-se uma necessidade imperiosa para os trabalhadores.
O descontentamento dos trabalhadores deve se transformar em ações efetivas de unidade e mobilização para que a pressão sofrida nas fábricas dê lugar a um ambiente seguro e mais saudável, luta que será reforçada pela recém eleita diretoria do Sindicato no novo mandato.
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